Guerreiros Deuses
São os combatentes do deus Odin. Representam as estrelas da constelação de Ursa Maior. Os Guerreiros Deuses são da terra nórdica de Asgard, onde são comandados por Hilda de Polaris. Apesar de se chamarem “Guerreiros deuses”, suas habilidades se equivalem as dos Cavaleiros de Ouro.
Odin confiou a cada guerreiro deus a guarda de uma safira. Ao reunir todas as safiras, é possível despertar a poderosa Armadura de Odin.
Guerreiros Deuses
Constelação da Ursa Maior
A Constelação da Ursa Maior (UMa) é uma das mais facilmente identificáveis nos céus noturnos do hemisfério norte e as suas estrelas principais conferem a esta constelação uma imagem muito característica. Ela é a constelação mais importante das regiões nórdicas, tanto que por lá não é chamada de Ursa Maior, e sim chamada de “A Carruagem de Odin”. Segundo a mitologia nórdica, cada uma das estrelas que compõem a Ursa Maior são criaturas mitológicas escolhidos pelo deus Odin para formar parte desta constelação no céu. Esta constelação localiza-se muito próximo do pólo norte celeste. Percebe-se a proximidade da UMa relativamente à Estrela Polar (Polaris), estrela alfa, localizada na constelação da Ursa Menor e que coincide quase com o Pólo Norte Celeste. A região ocupada pelas sete estrelas é apenas uma pequena parte de toda a constelação. Na verdade a Ursa Maior ocupa uma área muito mais vasta (é na realidade a terceira maior constelação) fazendo fronteira com outras oito constelações.
Veja as estrelas que formam a constelação da Ursa Maior:
* Dubhe – (α) Alfa 1.8 – Significado: Do árabe Urso.
* Merak – (β) Beta 2.4 – Significado: Do árabe Espinha Dorsal.
* Phecda – (γ) Gama 2.4 – Significado: Do árabe Coxa do Urso.
* Megrez – (δ) Delta 3.3 – Significado: Do árabe Raiz da Cauda.
* Alioth – (ε) Epsilon 1.8 – Significado: Do árabe Espesso Rabo de Ovelha.
* Mizar – (ζ) Zeta 2.1 – Significado: Do árabe Cavalo.
* Alkor – (ζ) Zeta 4.3 – Significado: Do árabe Cavaleiro.
* Benetnasch – (η) Eta 1.9 – Significado: Do árabe As Filhas da Ursa.
Tomando por base essas oito principais estrelas que compõe a constelação da Ursa Maior, foram criados os Guerreiros Deuses de Asgard, que eram protegidos pelas estrelas pertencentes à já mencionada constelação. Os nomes próprios de cada estrela foram utilizados também como designação à Vestimenta Sagrada, chamada de Robe Divina, de cada um deles: Dubhe (Alfa), Merak (Beta), Phecda (Gama), Megrez (Delta), Alioth (Epsilon), Mizar (Zeta) e Benetnasch (Eta). A estrela Eta possui nomes ambíguos e ambos são corretos: Benetnasch ou Alkaid. No Anime só é aplicado a Mime o nome “Benetnasch”. Destas sete estrelas, Dubhe (Alfa) e Merak (Beta) apontam diretamente à estrela Polaris e por isso são denominadas “Guardas” (da Ursa Maior). Também merece particular destaque Mizar (Zeta). Esta é de fato a estrela mais famosa da Ursa Maior. Uma observação mais atenta, mesmo a olho nu, revela a presença de uma companheira de magnitude aparente 4.3. Trata-se de Alkor, uma estrela da seqüência principal. Alkor e Mizar estão separadas por apenas 12 minutos de arco. Contudo este sistema binário é apenas aparente. As duas estrelas estão apenas e tão somente alinhadas quase na mesma direção com Alkor cerca 3 a 4 anos luz mais distante do que Mizar. Diz-se que este par forma um binário óptico.
A fonte mitológica para a criação dos Guerreiros Deuses é fundamentada pelo mito nórdico dos Einherjar. Também conhecidos como “Os Guerreiros Divinos de Odin”, os Einherjar são os guerreiros mortos recolhidos pelas Valquírias para irem ao palácio de Valhala, onde viverão em banquetes e fartura até o derradeiro dia do advento do Ragnarök. As valquírias escolhiam apenas os melhores e mais heróicos guerreiros, tais como Sigurd, Bodvar Bjarki, Beowulf, Hrolf Kraki e o rei Volsungo. Em Asgard, eles festejavam à noite e lutavam durante o dia. Seus ferimentos eram curados magicamente. Dessa maneira, realizavam sua preparação interminável para estarem prontos para o Ragnarök. Mas somente a metade destes guerreiros são acolhidos por Odin, a outra metade dos bravos guerreiros que tombaram no campo de batalha, são recebidos pela deusa Freya em seu palácio, chamado Fólkvangar (“campo de batalha”). Ainda assim, no fim dos tempos, o deus Heimdall tocará sua trombeta Gjallahorn, convocando estes guerreiros mortos a se reunirem em um só grupo e marcharem ao lado dos deuses, contra os gigantes e os monstros liderados por Loki.
(Font.: Wikipédia)
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